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Glossário

Termos e componentes recorrentes nesta documentação.

  • IaC (Infrastructure as Code) — provisionamento declarativo via código (Terraform, Ansible).
  • Terraform — provisiona os recursos na OVH (instâncias, volumes, rede).
  • Ansible / RKE — configura os nós e instala o cluster Kubernetes (cluster.yml).
  • RKE (Rancher Kubernetes Engine) — distribuição de Kubernetes usada nos clusters.
  • Control Plane (CP) — nós que rodam o plano de controle do Kubernetes (API server, etcd, scheduler).
  • Node / Worker — nó que executa cargas de trabalho (pods).
  • Label — par chave/valor que atrai pods a um nó (ex.: node-role.kubernetes.io/database=true).
  • Taint — marca que repele pods de um nó, salvo se tolerada (ex.: dedicated=database:NoSchedule).
  • Toleration — permissão que um pod declara para ser agendado em um nó tainted.
  • Affinity / nodeAffinity — regra que força um pod a um conjunto de nós.
  • CloudNativePG (CNPG) — operador Kubernetes que gerencia clusters PostgreSQL.
  • Wal-G — ferramenta de backup/PITR de PostgreSQL (WAL archiving + base backups).
  • PITR (Point-In-Time Recovery) — restauração para um instante específico no tempo.
  • StorageClass — define como volumes persistentes são provisionados no Kubernetes.
  • NVMe — armazenamento de alta performance anexado ao nó de banco.
  • Headscale — implementação open-source e auto-hospedada do coordenador Tailscale (malha WireGuard / tailnet).
  • Tailnet — a rede privada (overlay) formada pelos nós conectados ao Headscale.
  • MikroTik / RouterBoard — roteador do escritório local em Aracaju (mkrb-00).
  • LLDAP (Light LDAP) — diretório de identidade leve (usuários e grupos).
  • Vault — cofre de segredos (HashiCorp Vault).
  • SSO — autenticação única, ancorada no LLDAP.
  • CIS Benchmark — conjunto de controles de endurecimento (hardening).
  • ansible-lockdown / UBUNTU24-CIS — automação Ansible que aplica o CIS no Ubuntu 24.04.
  • Chainguard Images — imagens de contêiner mínimas e endurecidas (low/zero CVE).
  • Zero-Trust — modelo onde nenhuma rede ou identidade é confiável por padrão.
  • eBPF — tecnologia do kernel Linux para observar/filtrar syscalls, rede e processos com baixo overhead.
  • Tetragon — ferramenta de segurança de runtime baseada em eBPF (monitora syscalls, processos, rede, DNS).
  • Cilium — CNI baseado em eBPF; rede, network policy e observabilidade do cluster.
  • Istioservice mesh; provê mTLS, roteamento e políticas entre serviços.
  • SPIRE — emissor de identidades de carga (SPIFFE) com certificados de curta duração.
  • mTLS — TLS mútuo: ambos os lados autenticam por certificado (tráfego interno cifrado e verificado).
  • BFF (Backend-for-Frontend) — backend dedicado ao frontend que guarda a sessão em cookie seguro.
  • CSRFCross-Site Request Forgery; mitigado por tokens e cookies SameSite.
  • CSPContent-Security-Policy; cabeçalho que restringe origens de scripts/recursos.
  • Shadow Mode — modo de observação (sem bloquear) usado para construir um baseline antes de agir/automatizar.
  • OpenTelemetry (OTel) — padrão de instrumentação para métricas, traces e logs.
  • Tempo — backend de tracing distribuído (Grafana Tempo).
  • Prometheus — banco de séries temporais para métricas e alertas.
  • Grafana — visualização de métricas, traces e logs; dashboards e alertas.
  • Baseline — perfil do comportamento normal do sistema, base para detectar anomalias.
  • OVH (Canadá) — provedor de nuvem onde reside o cluster principal (produção).
  • Cloudflare R2 — armazenamento de objetos compatível com S3, destino dos backups.
  • Escritório Serigy (Aracaju, BR) — site local com nó de homologação e o roteador MikroTik.